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Os eventos ao vivo na Inglaterra estão maiores e melhores do que nunca. Desde eventos ao ar livre e espetáculos esportivos até transmissões televisivas, a expectativa dos organizadores para o fornecimento de energia nunca foi tão alta.
“Cada evento é único e, portanto, exige uma estrutura específica de energia. Não existe ‘tamanho único’,” diz David de Behr, chefe de eventos globais da Aggreko.  “Alguns dos mais importantes eventos esportivos do mundo são realizados não em centros urbanos ou estádios especialmente construídos para tal, mas em belas praias, campos ao ar livre ou portos”, continua Behr. “Abastecer esses locais com energia apresenta diversos desafios”.

“Todo evento é organizado de acordo com a sua necessidade de provisão energética”, completa Dave Noble, diretor de operações da Midas. “Dentre os projetos mais complexos que tivemos, destaca-se o Campeonato Mundial de Ciclismo da UCI, no velódromo Lee Valley. Nós abastecemos a operação inteira, desde os containers externos de armazenamento e os centros da equipe no meio da trilha até a montagem e alimentação de 1.200 tomadas individuais de 13 amperes.”

Por sorte, os fornecedores de energia da Inglaterra são bem preparados para esses desafios e são limitados apenas pela verba do organizador.

“Nós temos tudo organizado para realizar qualquer projeto,” diz o gerente de projetos da Powerline, Alistair Gregson. “Nós mantemos a posição de que nenhum trabalho é muito grande ou muito pequeno.”

“Não existe nenhum desafio extraordinário”, completa Noble. “É necessário estar preparado para tudo.”

Se existe algo que poderia facilitar exponencialmente a vida dos fornecedores de energia, é o aumento da quantidade de informações disponíveis antes do evento. “Informação e notícias, um monte delas, tornam a vida mais fácil”, diz Gregson.

“A chave é trabalhar com os organizadores do evento desde os primeiros estágios para medir a viabilidade do evento e antecipar qualquer imprevisto que possa aparecer”, completa Behr.

Gerenciamento de crise

Apesar dos organizadores pensarem que energia é simplesmente plugar tomadas, cada evento tem seus desafios e armadilhas para solucionar.
“Tudo gira ao redor do planejamento” diz Noble. “Nós fornecemos equipamentos muito bem cuidados e testados e uma equipe preparada e experiente, mas nós somos limitados pelas leis da física”.
Ao se tratar de gerenciamento de crise, o setor energético tem o mesmo mantra que qualquer outro setor na indústria de eventos: manter a calma e seguir em frente.
“Prever possíveis problemas e flexibilizar o modo como fornecemos energia é o componente fundamental da estratégia de planejamento de eventos. Nada deveria surpreender um organizador de eventos, muito menos instabilidades na necessidade energética” explica Behr. “Entretanto, é importante lembrar que, como tudo na vida, às vezes surgem imprevistos nunca imaginados”.

“São nesses raros momentos que o profissionalismo e experiências dos engenheiros alocados no evento entram em cena. Eles garantem que o evento prossiga conforme o programado, independente do que aconteça.”

“Nós todos sofremos com erros inesperados, mas ninguém nunca admite isso”, complementa Noble. “Uma boa empresa de energia é capaz de lidar com o inesperado sem ninguém mais saber o que houve”.

Gigantes Sustentáveis

Ao tratar-se de energia sustentável, os organizadores de eventos estão cada vez mais ligados.

Embora a maioria dos setores da indústria de eventos tenha conhecimento das questões ambientais, nenhum é tão afetado pelos eventos globais quanto às empresas fornecedoras de energia temporária.

Questões como aquecimento global, preço do petróleo e emissão de gases geram grandes impactos na operação dos fornecedores de energia. Além disso, diversos organizadores de eventos começaram a considerar a produção de energia sustentável como sendo de extrema importância.

“Um número cada vez maior de organizadores de eventos quer reduzir a emissão de fases e desperdício de energia em seus eventos” explica Behr. “Um exemplo recente foi o Eurovision Song Contest de 2016, no qual a energia fornecida pela Aggreko foi quase exclusivamente renovável - parte da estratégia de energia sustentável”.

Biocombustíveis produzem menos gases estufa e podem reduzir a quantidade de fuligem e outras partículas liberadas na atmosfera durante o fornecimento energético do evento.

“A Midas sempre trabalhou tentando minimizar seu impacto no meio ambiente”, diz Noble. “Nós desenvolvemos a única frota inglesa de geradores de biodiesel elaborada para a indústria de eventos há quase 20 anos atrás, alimentado por combustível vegetal reciclado. Nós usamos a nossa própria frota de geradores e caminhões, então temos controle total sobre a qualidade da operação”.
"Nós realizamos a 'compensação de carbono' em grande parte das nossas atividades," complementa Gregson, cuja companhia The Powerline trabalha para reduzir o impacto das emissões da permutação diária da equipe e da transportadora parcialmente através do plantio de 200 árvores a cada ano. "Nós também estamos convertendo para LED a iluminação local e educando clientes sobre a tela de carregamento e tempo de execução. Começamos a testar o monitoramento remoto também, o que nos permite entender melhor as tendências de consumo”.  
Energia sustentável é uma questão que só se tornará mais importante para o setor energético com os organizadores e fornecedores da indústria preocupados com a redução do impacto dos seus eventos no meio ambiente.
Enquanto os eventos continuarem a crescer e evoluir, os fornecedores terão que aumentar a criatividade e inovação dos seus produtos e serviços. Por sorte, os fornecedores ingleses de energia temporária estão bem preparados para o desafio.

Texto Original: http://www.accessaa.co.uk/power-to-the-people/

Power to the people

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